Cremerj vai apurar morte de idosa que teve sopa injetada na veia Ela teria morrido após enfermeira injetar, por engano, sopa em sua veia.
Conselho quer que hospital em Barra Mansa apresente versão por escrito.
O Cremerj dá início à investigação da morte da idosa na Santa Casa de Barra Mansa. A medida foi tomada depois que a instituição teve conhecimento do caso pela reportagem do RJTV.
“Diz que fizeram o pedido para que a Santa Casa mande com urgência o prontuário. Aí eu pergunto se era de responsabilidade da Santa Casa ter avisado”, disse Abel Carlos de Barros, coordenador do Cremerj de Barra Mansa.
De acordo com o Cremerj, com a abertura da sindicância a Santa Casa é obrigada a apresentar uma versão por escrito do que aconteceu. A versão não precisa conter o depoimento da auxiliar de enfermagem. Junto a esse documento foi pedido o prontuário médico para analisar
que tipo de medicamentos a vítima recebeu antes da morte.A idosa de 88 anos, dona Ilda Vitor Maciel, foi internada no dia 27 de setembro, vítima de um acidente vascular encefálico, que exige cuidados especiais reconhecidos pela própria diretora técnica do hospital.
Conselho quer que hospital em Barra Mansa apresente versão por escrito.
O Cremerj dá início à investigação da morte da idosa na Santa Casa de Barra Mansa. A medida foi tomada depois que a instituição teve conhecimento do caso pela reportagem do RJTV.
“Diz que fizeram o pedido para que a Santa Casa mande com urgência o prontuário. Aí eu pergunto se era de responsabilidade da Santa Casa ter avisado”, disse Abel Carlos de Barros, coordenador do Cremerj de Barra Mansa.
De acordo com o Cremerj, com a abertura da sindicância a Santa Casa é obrigada a apresentar uma versão por escrito do que aconteceu. A versão não precisa conter o depoimento da auxiliar de enfermagem. Junto a esse documento foi pedido o prontuário médico para analisar
que tipo de medicamentos a vítima recebeu antes da morte.A idosa de 88 anos, dona Ilda Vitor Maciel, foi internada no dia 27 de setembro, vítima de um acidente vascular encefálico, que exige cuidados especiais reconhecidos pela própria diretora técnica do hospital.
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